domingo, 18 de maio de 2008

Tatuagem


A palavra tatuagem deriva da língua polinésia (tatahou = desenhar).
No Ocidente, foi durante muito tempo uma marca de humilhação (entre os prisioneiros ou deportados), mas reapareceu no final do século XX como um fenômeno de moda entre os jovens dos grandes centros urbanos.
Adornar, pintar ou perfurar o corpo tem sido uma prática comum em diversas culturas na história, com objetivos diversos, tais como assinalar o território na sociedade, preservar a memória e a tradição, ou simplesmente ou simplesmente o prazer de embelezar o corpo.
A prática da tatuagem pode ser vista também como um ato de resistência daqueles que, excluídos por razões políticas, econômicas, sociais ou religiosas, não encontram outras formas de se expressar.
Feitosa, Charles. Explicando a filosofia com arte. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004.

Explicando a filosofia com arte

Há alguns dias chegou na biblioteca da escola, onde trabalho, três exemplares do livro: “Explicando a filosofia com arte” do doutor em filosofia Charles Feitosa.
Sua proposta é bem diferente, é de uma “filosofia pop”, que envolve uma associação de imagens, em uma linguagem acessível e bem humorada, sem perder o rigor e a densidade inerentes a filosofia. Vale a pena conferir o que ele tem a dizer. Os textos abaixo são de sua autoria.

O Pensador


A imagem mais famosa e marcante do filósofo está materializada na obra em bronze do escritor francês Rodin (1840-11917) intitulado O pensador (1881).
Durante muito tempo especulou-se sobre qual deveria ser a questão que o intrigava tão profundamente. Observe que, embora seu corpo seja de um homem jovem e saudável, o pensador repousa imóvel, absorto em suas reflexões.
Todos os músculos concentram suas forças em dar apoio a cabeça, que pende sob a gravidade de suas indagações. Os braços não agem, as pernas não andam, como se o movimento da carne pudesse atrapalhar a circulação das idéias da mente.




A morte de Sócrates (1787), do pintor francês Jacques-Louis David (1748-1825), a atitude serena do pensador, certo de sua morte no futuro será vista como um motivo de vergonha para Atenas. Ele estava cercado por seus amigos discípulos desolados. No fundo, à esquerda, vê-se sua esposa Xantipa, impedida de presenciar a cena. O dedo em riste representa seu último gesto, uma palavra de homenagem a Aesculápio, o deus da saúde.

Eros


Jovem defendendo-se de Eros (1880), da artista francês Wiliam-Adolphe Bouguereau (1825-1905).
Na modernidade, a figura de Eros serviu freqüentemente de pretexto para expor cenas de sensualidade e erotismo na arte. Neste quadro, a jovem em questão parece não estar muito firme ao resistir contra o assédio do amor.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

De niver



A aniversariante, Viviane com seus professores
e suas colegas de classe.






No lied da escola com os alunos


Turma 151


domingo, 4 de maio de 2008

Olha esse anúncio!!!


sobloja, essa é boa!!!!
Na verdade era pra ser sobreloja.